quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Após o fim, o vazio...

Infelizmente acabei de jogar Zelda, the Twilight Princess.

Infelizmente porquê o jogo é bom demais. Dá gosto de jogar, quando você acha que está perto do fim, te jogam em mais uma jornada em busca de algo ou alguém.

Mas vamos ao que interessa, o jogo:
1. Introdução:
Zelda novamente corre perigo quando um malvado vilão decide transformar todo o mundo em escuridão. Zant (o nome do malvado) é uma criatura de outro plano, um mundo onde é sempre Crepúsculo (twilight). Ele aprisionou não só a princesa, mas também toda Hyrule em uma escuridão impenetrável. Apenas uma fera lendária poderia penetrar na escuridão e salvar Zelda.
Enquanto isso... em uma pacata vila no meio do nada em Hyrule, um jovem (Link) e seu cavalo (o qual nomeei de PeDePano) é encarregado de levar um presente à princesa Zelda, do mestre espadachim de sua vila.
A primeira parte é a desculpa para o tutorial, aventuras simples e curriqueiras, nada de mais. Passado o aprendizado e familiarização com os controles, você chega perto para investigar a barreira da escuridão e é sugado para dentro dela, onde começa efetivamente a aventura, e Link se transforma nesta Fera lendária.

2. Controles:
Por se tratar de um jogo para o Wii, é importante comentar sobre a interface. O sistema passo para point and click, com o wiimote, fica muito fácil mesmo, as vezes um pouco chato para quem tem pouco espaço entre o sensor e o controle.
Para golpear com a espada, basta sacar com um simples gesto do wiimote, e golpear como se fosse uma espada mesmo (na verdade chacoalhar o controle funciona igual).
O segredo do jogo está no chamado Z-Lock, o botão que no nunchuk ao ver um inimigo e em distância apropriada, você trava no inimigo, podendo efetuar golpes mais avançados , jump attack e reduzindo suas chances de erro do golpe a quase zero.
Para desferir um golpe giratório com a espada, basta mexer o nunchuk para direita e e esquerda ou chacoalhar se preferir, para um encontrão com o escudo basta movimentar o nunchuk para frente, e assim vai.
A movimentação é toda feita pelo direcional do nunchuk, e ai o wiimote em si não tem função. Ele serve para usar itens e combate principalmente, como atirar flechas a longas distâncias, lutar sumô, direcionar golpes, gancho retrátil, etc.

3. Enredo:
A história do jogo é muito bem montada, você vai rever lugares de jogos antigos, e mais legal do que isso, vai reconhecê-los! Em determinado momento você vai para o Temple of Time por exemplo.
O enredo consiste de quests principais, auxiliado por Midna (Midnáite - Midnight - meia noite) uma criaturinha do mesmo mundo de Zant que guia e direciona Link sendo sua companheira até o final do jogo. Se quiser simplesmente correr para terminar, basta seguir o que ela falar. E side quests, como pescarias, ajudar alguém em perigo, e assim por diante. São as side quests que enriquecem o jogo, caracterizando o mundo onde vive Link, entretanto a história central é bastante completa e muito bem elaborada.

4. Itens e Monstros:
Link vai enfrentar monstros dos mais imbecis (uga kill me uga) até verdadeiros gladiadores nos quais as técnicas de combate chacoalhamento de wiimote não vão funcionar - SIM! você tem que pensar para combater - e você terá de aplicar as técnicas ensinadas a você pelo Espírito dos Heróis Passados. São ao todo 7, que se bem aplicadas são matadoras, claro com aquelas que se você falhar... morre. Destaque especial ao efeito pressão de matar um monstro com um golpe especial e no momento certo apertar A para guardar a espada.
Quanto aos itens, eles começam da sua espada de madeira de treinamento até uma bola de aço gigantesca arremessada por correntes pelo Link. As famosas bombas, arco e flecha, gancho, vara de pescar, iscas, garrafas, e muito mais. O interessante é que quase nenhuma você vai deixar de usar até o final do jogo (exceto o escudo de madeira porque pega fogo quando acertado por flecha de fogo hehe). A espada do herói evolui junto com ele praticamente, até o ponto, perto do final claro onde você consegue a espada definitiva. São ao todo 3 espadas: madeira, metal feita em Ordon (vila do Link) e Master Sword, a qual tem alguns estágios de poder.

5. Gráficos e Mundo:
Foi um trabalho árduo fazer esse jogo, tenham certeza. Apesar de infelizmente ainda não haver falas para personagens, e talvez esse seja o maior defeito. O mundo está muito bem elaborado, com cenários e paisagens muito bonitas e variadas. As áreas são amplas e bem populadas, criando o clima certo para aquele local, e muitos possuem a versão Twilight e normal, então alguns locais podem ser explorados com olhos e características diferentes.
O mundo não parou por causa do vilão, o que é um conceito bastante interessante. Continua havendo medo, mas o comércio e tudo mais continua, inclusive o correio! Você recebe cartas de seus amigos e até lojas sobre novos produtos e pedidos que fazem.
Os gráficos estão no limite do Wii, em TVs normais, sem utilizar o video componente ou sem utilizar o modo de alta definição você verá o melhor gráfico possível, e o melhor sem dúvida já visto em um jogo da série. Já em TVs grandes de alta resolução realmente uma maior capacidade gráfica do videogame seria desejável, mas depois de 5 minutos de jogo você não dá mais a minima para isso de tão envolvido que fica. O suporte a TVs Widescreen é muito bom e recomendo usar se puder!
A sonorização é muito boa também, inclusive utilizando o recurso da caixinha de som do wiimote para desembainhar a espada, pescar, alguns itens e por ai vai. Ele treme durante o combate, no acerto da espada, é realmente inigualável.



6. Impressões Gerais e Conclusão:
É o melhor Zelda de todos os tempos. Não quero mais usar controle convencional para esse tipo de jogo. Você se envolve, se cansa junto em batalhas longas e fica empolgado.
Levei 110 horas para terminar o jogo, poderia ter feito em 60 ou menos acredito eu. consegui juntar 20 corações ao todo, parece ser o limite, consegui colecionar todos os insetos, bater bons recordes de peixes pescados, ter minha foto de pescador na parede do pesqueiro, participei de duelos montados, duelos a pé, lutas homéricas, quebra cabeças, enigmas, nadei bastante, voei, fui atirado por um canhão, sou odiado pelo homem da tenda de desafios, recebi cartas, corri pelas pradarias no Pé de Pano, e muito, muito mais. Não precisa usar nenhum walkthrough, tãopouco o jogo tem níveis de dificuldade.
E o melhor de tudo? O final é muito bom, a conclusão da história é ótima, e o encerramento também.

Nota? 9.
Poderia ter as falas e melhor preparo para altas resoluções (limitação do videogame).

Vontade de jogar de novo? Apenas para coletar 1 ou 2 itens pendentes, depois checar possibilidades. Não sei quanto tempo vou passar sem jogar desde o começo de novo, este é o problema com este tipo de jogo.

Recomendo que comprem, joguem e se divirtam. Vale muito a pena, jogar no Wii foi um show a parte.

domingo, 16 de setembro de 2007

Protesto!

Lembra daquele trágico episódio que aconteceu a portas fechadas, no escuro, no Senado Federal, praticamente um Gato-mia com Presidente do Senado?

Então, muitas pessoas (blogueiros), ao invés de tentarem esquecer colocaram posts em seus blogs e comentários e não sei da onde, surgiu a iniciativa de colocar em todos os sites um link: Vergonha Nacional.
Acontece que esta movimentação conseguiu colocar o termo VERGONHA NACIONAL, associado ao site do Senado no Google.
Graças ao algorítmo de indexação (busca e catalogação de páginas - é eu sei, podia ter escrito isso duma vez), o se você for no Google e colocar estas duas palavrinhas, o primeiro resultado que aparece é o Site do Senado Federal, se você clicar no estou com sorte, então pimba, dá de cara com o site do Senado. Experimente!












Conclusão da história: Jogar Zelda é muito mais legal sem as tramóias secretas dos Senadores e dois: Não tem acesso a internet no Senado! Na verdade aposto que eles fecharam a seção para ficar jogando Wii, que algum Senador trouxe de sua viagem muito oportuna aos EUA. Fica a questão, será que o Wii, como o vídeo dos 2 Filhos de Francisco que o Lula viu no AeroLula One é pirateado também?

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Porquê diabos ainda usamos Petróleo?


O petróleo é mais caro, sujo, mancha, é pegajoso, e você ainda tem que processar para poder fazer combustíveis. Dai vem os Brasileiros e inventam o Carro a Álcool, mas por algum motivo bisonho o subsídio do combustível mais barato e inteligente é retirado, mesmo assim ele continua mais barato!

Daí, estava eu a navegar e achei esta notícia no Terra, sobre um carro que faz 800km com 5 minutos de carga da bateria... Ou estamos ficando realmente loucos ou falta algo nesta matéria.

O carro é movido a que? Duracell? Coelhinhos da duracell tocando tambores e movimentando pistões? Que voltagem maluca esse carro usa? 5 minutos de carga? Nem a porcaria do meu celular ou notebook conseguem isso... (Tá eles não andariam nem 1km mesmo que eu deixasse 1 semana carregando na tomada, mas enfim).

Parece que ultrapassamos outro limite da tecnologia, aparentemente esse carro é a solução ao problema da poluição no mundo.

Porém, indiretamente, desconsideremos o Brasil por enquanto, vamos imaginar a matriz energética mundial, baseada em carvão e termoelétricas a Gás Natural e a Nuclear. Se os carros passarem a usar da mesma energia que acende as lâmpadas, certamente a rede não vai dar conta do aumento da demanda, o que pode gerar desde catástrofes nucleares a blackouts metropolitanos, e claro, o consequente apocalipse seguido da invasão alienígena.

O ponto todo é que a poluição vai continuar a ser gerada, o impacto ou o risco vão continuar a existir, senão aumentar (imagine Springfield, agora imagine cada cidade média dos EUA com sua usina Nuclear pessoal, multiplique isso para a Europa e depois sim o Brasil, porque claro o Álcool não deve ser incentivado...

Bom, para saber como acaba tudo isso, procure o blog de alguma barata dentro de uns 50 anos, se você ainda estiver aqui.

Consultoria, Auditoria e Marketing Ambiental"Peças de Computador Informatiza